Era uma vez uma garotinha chamada Alice, ela era
linda e tinha um vestido branco com preto, ela estava sempre cantarolando uma
música, perturbadora que todos temiam, mas ela se sentia feliz com isso e não
se importava com os outros. Ela vivia em um mundo só dela onde era tudo
perfeito, ela gostava de música, muita música e tinha uma grande amiga Chamada
Rosália elas eram grandes amigas, onde uma estava à outra estava também sempre
juntas, uma falava tudo a outra sempre.
Foi
assim, até a Alice conhecer um garoto através de uma porta obscura dimensional,
com isso ela conheceu o amigo desse garoto que todos chamavam de Soma, um cavaleiro
branco de suporte com utilidade suprema, ele era melhor amigo do seu novo
namorado chamado Gerard que era um orgulhoso cavaleiro e ao contrario do seu
melhor amigo ele não tinha utilidade.
No
inicio foi tudo divino, até um dia de uma grande conquista em que seu namorado
foi para a casa de uma linda dama sombria por uma noite, onde uma terrível
traição aconteceu fazendo seus sentimentos desmoronarem, e as lágrimas
escorrerem pelo seu lindo rosto de pele branca, e seus braços como ficaram? Com
cicatrizes profundas não só na pele, mas em seu coração também.
Sua grande amiga tinha avisado no passado
e feitos pedidos para ela antecipar esse sofrimento, pois logo estaria curado,
mas não seu amor era muito grande e verdadeiro para acabar ali ela continuou
com ele até ser traída. Dias seguintes ela entrou nessa dimensão obscura a
procura do Gerard para vingar-se levando uma grande espada consigo, seu amado
vestido branco com preto e seu belo sorriso irônico.
“-Ah... Que linda!” disse sua amiga que a
seguia com orgulho o caminho era longo e ela se aproximava cada vez mais do seu
maldito príncipe amado sem descansar. Afinal, quanto mais tempo se passava mais
traída ela era.
“-Vamos siga em frente, vamos!” Disse
Rosália.
E
então, o grande encontro chegou ele estava dormindo com outra, quem poderia
acreditar nisso, quem? E as falsas juras de amor?
“-Não pode ser!” gritou Alice o cavaleiro
útil e branco chamado Soma estava lá, mas ele era um verdadeiro amigo e a Alice
sabia, ele apoiou a vingança dela dizendo:
“Vamos, faça, ele te traiu sua tola! Vamos
mate-o!”. Com isso Alice pegou a sua grande espada sorrindo de modo irônico e matou-o
sujando tudo com seu sangue e rindo de modo descontrolado cantarolando sua melodia
obscura e fria sujando também seu vestido com sangue, sem pena nem compaixão
até não restou mais nada.
Mas
ainda tinha a tentação que fez seu amado a trair, o que fazer com ela? Perguntou-se
Alice.
Ela então a matou sem pena, sem questionar e
ainda sorrindo de modo irônico e com suas melodias frias.

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