- Eu sou tudo.
Diz ele com seu tom arrogante acariciando levemente o meu braço com o dedo indicador. Viro o corpo em direção à janela, afasto-me, levanto meu copo de uísque e levo até a minha boca, engulo o liquido amargo e digo em resposta:
- Não. Você não é nada, é apenas uma sombra de algo que ficou para trás.
(Jessica Florentino)
