Dias de febre na cabeça


“-Ali o escuro era ainda maior, mais intenso, quase um muro, uma fortaleza, uma prisão. Eu estava preso, condenado para sempre. Senti vontade de chorar e gritar tudo ao mesmo tempo. Eu ia morrer...”

(Extraído do livro “Dias de febre na cabeça" de Nivaldo Tenório)