Era sempre assim: nunca parava. Adesivos, filtros, chicletes
de nicotina; parecia até que quebrar promessas fazia parte da sua estrutura.
Seus planos, panos e corpo eram flácidos; nunca pararia nem de fumar nem de se
perder pelos caminhos que escolhia, nem de se perder de si mesma.
(Extraído do livro "Os anjos" - Débora Ferraz)
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